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Archive for novembro 2011

Jacarezinhos……

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Jacaré do Papo Amarelo, leia aqui.

Quarta feira 30 de novembro, enquanto caminhava pela Av. Beira Mar Norte, reparava na enorme quantidade de lixo , plásticos, papéis, bitucas de cigarros e toda sorte de poluentes, jogados pelos caminhos do ser humano. Em um destes cursos d’água canalizados, percebi um movimento na superfície da água, ao me aproximar para ver, vi dois jacarezinhos. Resolvi então registrar este encontro a ao chegar um pouco mais perto verifiquei que um deles estava preso entre dois bambus com uma rede de nylon abandonada ali. Cheguei bem perto e enquanto um jacarezinho se debatia, o outro fugiu. Tenho que soltar o mesmo imediatamente, pensei.
Já me preparava para molhar os tênis naquele ” esgoto”  a céu aberto. Com cuidado observava ao redor para ter certeza que a mãe não estivesse perto, pois nessas horas seu territorialismo e proteção dos fihotes podem “desencadear” a agressividade do réptil. Consegui  um bastão em um comércio perto, puxei os bambus com a rede de nylon enrolada e no meio disto tudo o Jacarezinho, quase enforcado. Puxei meu canivete, sempre bem afiado, e com cuidado redobrado para não machucar o Jacarezinho e nem levar uma mordida, comecei a cortar a rede, bastante enrolada no animal e cortando fio por fio com o Jacaré se debatendo (assustado, é lógico) a sensação do tempo parecia interminável, mesmo tendo sido um trabalho de alguns minutos.
Solto!
Observei e vi que estava bem, e após ter certeza que ele poderia prosseguir sua ” sobrevivência” em um ambiente poluído e cada vez com menos espaço, soltei no mesmo local. Depois de relatar para alguns amigos, me disseram porque não soltei ele do outro lado da avenida, por estar o remanescente do Manguezal do Itacorubi. Assim como comecei este relato dizendo que eram dois filhotes, pode ser que a mãe estivesse nas proximidades e mesmo que nâo estivesse, pode parecer coisa de Biólogo mas, tenho certeza, o outro Jacarezinho ficou, estava junto com o “irmão” mesmo estando livre.
Quem me diz que o instinto animal não possui solidariedade e porque não “amor” também?
Soltei o Jacaré no mesmo local e que rapidamente nadou até se esconder na vegetação.

Fica a pergunta:

Como queremos ter sustentabilidade ambiental, assim?
Poluindo, destruindo habitats, matando a Fauna e Flora, etc….

Jacaré do Papo Amarelo, enrolado em plástico, leia aqui.

Nota no jornal do dia 22 setembro de 2009leia aqui.

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Written by danielbiologo2

novembro 30, 2011 at 8:19 pm

Falta manutenção, Faltam ciclovias…..

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Sem manutenção, ciclovias e ciclofaixas não garantem segurança aos ciclistas de Florianópolis

Ainda assim, pesquisa aponta que 70% dos entrevistados gostaria de usar a Bicicleta.

A manutenção precária dos 37 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas de Florianópolis e a falta de respeito por parte dos motoristas dificultam a vida dos ciclistas na Capital. Apontadas como uma boa solução para o caos no trânsito, muitas vezes as bicicletas são obrigadas a dividir seu espaço com outros veículos, o que torna o meio de transporte inseguro.

— As vias urbanas estão com os carros muito rápidos, isso afugenta as pessoas, que têm medo de andar com certa dose de razão. Hoje mesmo eu vim andando, as pessoas não respeitam, passam muito rápido, passam perto, então, nós temos que ter esse respeito — ressalta o presidente da Viaciclo, Daniel Costa.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto MAPA em parceria com o Grupo RBS identificou que 70% dos entrevistados estariam dispostos a utilizar a bicicleta para se locomover todos os dias. 19% disseram que não fariam essa opção e os outros 11% nunca andaram de bicicleta, já a utilizam ou não souberam dizer.

— E 70% das pessoas querem andar de bicicleta, nós temos que dar condições com ciclovias e ciclofaixas. A manutenção e a limpeza delas é fundamental — complementa Costa.

Ainda de acordo com a pesquisa, do universo de entrevistados, 55% das pessoas utilizaria a bicicleta pela rapidez que ela representa em relação a outros meios de transporte, 53% por ser mais saudável, 36% por achar mais acessível, 14% por considerar mais simples e apenas 11% por que a bicicleta é a sua única opção.

Uma proposta da prefeitura pretende aumentar a infraestrutura cicloviária de Florianópolis e criar estações de aluguel de bicicletas em vários pontos da cidade. O projeto prevê a ligação dos bairros Agronômica, Trindade, Córrego Grande e Itacorubi. Serão 111 estações com quase 1400 bicicletas para serem alugadas pelos usuários.

Nos próximos meses a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) também tem um projeto para iniciar a implantação de um sistema cicloviário dentro do campus. A estação das bicicletas ficará ao lado da biblioteca central e oferecerá 250 para incentivar os estudantes.

RBS TV

Written by danielbiologo2

novembro 30, 2011 at 11:11 am

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Carro é o vilão do tráfego em Santa Catarina

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23/11/2011

Carro é o vilão do tráfego em SC

Com base em pesquisa do Instituto Mapa, especialistas alertam para deixar carro em casa

Aline RebequiAgilidade e baixo custo para se locomover. Este é o desejo dos catarinenses quando o assunto é mobilidade urbana, segundo pesquisa do Grupo RBS, em parceria com o Instituto Mapa. Os dados foram apresentados no 1º Fórum de Indicadores de Mobilidade Urbana em Santa Catarina, que ocorreu na tarde desta terça-feira, na Assembleia Legislativa, em Florianópolis.O evento, organizado por meio dos jornais Diário CatarinenseA Notícia e Jornal de Santa Catarina, reuniu autoridades e especialistas no assunto, que durante três horas discutiram os problemas enfrentados pelos catarinenses no trânsito e quais seriam as soluções mais viáveis para a mobilidade urbana.

O debate teve como base os resultados da pesquisa IMU – Indicadores de Mobilidade Urbana, que ouviu 4.060 entrevistados nas 10 cidades mais populosas do Estado: Joinville, Florianópolis, Blumenau, São José, Criciúma, Itajaí, Chapecó, Lages, Jaraguá do Sul e Palhoça. Um dos principais dados é o Índice de Mobilidade Urbana, que ficou em 4,8 no Estado, em uma escala de zero a 10.

A melhor cidade colocada foi Lages com 5,7 e a pior Palhoça 3,8. Florianópolis ficou com a penúltima colocação 4,3. Mas o que surpreendeu os participantes foi a porcentagem de veículos por domicílio no Estado: 64% dos catarinenses têm um carro na garagem e 16% tem mais de um. A pesquisa releva o porquê destes números e o que faria as pessoas a trocar o modo como se locomovem.

— O carro é utilizado por ser o meio mais rápido, no entanto, 82% dos entrevistados revelam que deixariam o veículo em casa e passariam a usar o ônibus se ele fosse rápido, barato e confortável — explica o diretor presidente do Instituto Mapa, José Nazareno Vieira.

Quanto ao uso da bicicleta, 70% dos entrevistados também afirmaram que a utilizariam como meio de transporte se houvessem mais ciclovias nas cidades. Outro dado que chamou a atenção dos especialistas foi o tempo de deslocamento e a distância que as pessoas percorrem da casa para o trabalho. 

Metade dos entrevistados afirmaram morar perto do local de trabalho, em um raio de até 30km, e que demoram de 30 minutos a uma hora para chegar ao destino pretendido.

— Os dados provam que o problema não é difícil de solucionar, basta vontade política para tanto —, afirma o especialista em planejamento urbano Elson Manoel Pereira.

Diante dos resultados, especialistas e autoridades concordaram: a solução para a mobilidade urbana no Estado está no transporte multimodal, ou seja, aquele que agrega bom sistema viário, transporte coletivo rápido e barato e construção de ciclovias.

Alternativas

Para o professor do Departamento de Economia da Universidade de São Paulo, Ricardo Abramovay, que levantou um debate a respeito da excessiva utilização do carro como meio de transporte , ainda há tempo para reverter os problemas enfrentados pelos catarinenses no trânsito com soluções simples.

—  A bicicleta é a solução perfeita para pequenos deslocamentos, como a que os catarinenses afirmaram percorrer no trajeto casa/trabalho, afirma. 

No fórum, Ricardo apontou o carro como vilão da mobilidade urbana por dois fatores. O primeiro leva em conta a emissão de gases poluentes no meio ambiente, que segundo ele, chega a 80% dos veículos, e o tamanho dos automóveis.

— São cada vez maiores e transportam, na maioria dos casos, apenas uma pessoa, diz.

Como solução para a mobilidade, Ricardo sugere cidades mais sustentáveis com obras e sistema viário que passe a priorizar as pessoas e não o carro. – É necessário combater a cultura de que o veículo é sinônimo de status social e qualidade de vida, o que não é, conclui.

Written by danielbiologo2

novembro 29, 2011 at 10:14 am

…não são acidentes.

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A maioria dos chamados acidentes de trânsito ocorrem em decorrência da irresponsabilidade e imprudência, ou seja, são sinistros de trânsito.

Uma medida eficaz e fundamental é a redução das velocidades “permitidas” aos motorizados de transitarem, principalmente em área urbana.

Colocar a desculpa da via ser ruim, pelo excesso de velocidade é esconder o verdadeiro motivo.

A rua é de todos e todos devem respeitar as regras de trânsito, sem “individualismos”, só assim estaremos trabalhando por um trânsito seguro.

Written by danielbiologo2

novembro 28, 2011 at 11:03 am

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