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Archive for dezembro 2011

La niña e a estiagem em SC.

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O fenômeno La Niña está “no ar”. A estiagem já se faz sentir em nosso Estado, já temos cidades em Situação de emergência, e tem mais por vir. Enquanto isso temos intere$$e$ na redução das áreas de preservação permanente-APP e outras áreas naturais, que com certeza influem nos ciclos das chuvas. A Mata Atlântica preservada e conservada sobre nosso solo são a única garantia de manutenção dos microclimas. O problema da destruição e desmatamentos com reflexos no clima global, infelizmente está presente por todo nosso Planeta mas, não justifica que continuemos com a redução (destruição) de nossas áreas naturais. As matas ciliares ao longo de rios, ao redor das nascentes, as Unidades de Conservação, os Corredores Ecológicos, entre outros, são fundamentais para garantir a “sustentabilidade” da nossa Natureza, da qual somos parte e dependentes de seu equilíbrio.


Impunidade, Impunidade, Impunidade……

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27 de dezembro de 2011 | N° 9400 | Diário Catarinense

EDITORIAIS

Insensatez criminosa

 Como um pesadelo, um verdadeiro massacre de ação continuada está em andamento nas estradas catarinenses. A violência no trânsito parece ter se incorporado à rotina da sociedade, acossada e estressada. No último final de semana, que coincidiu com a comemoração do Natal, mais 13 vidas foram sacrificadas no asfalto em acidentes que também deixaram dezenas de feridos e mutilados. Na festa que celebrava a paz e a esperança, a violência insana levou a dor e o desespero a muitas famílias. (e aqui falamos apenas das estradas, e o trânsito urbano? Há que se reduzir e drásticamente os limites de velocidades permitidos aos motorizados de transitarem em nossas ruas!)

Um quadro lamentável, sim. Mas também um cenário revoltante porquanto a ninguém é lícito ignorar que as principais causas dessa tragédia – mais de 94% dos casos, segundo os registros policiais – são a irresponsabilidade e a imprudência dos condutores de veículos, e não quaisquer outros fatores, como a má conservação das rodovias, sinalização deficiente ou falhas mecânicas nos veículos. (ou seja, 94% dos sinistros de trânsito poderiam ser evitados apenas com o cumprimento do nosso Código de Trânsito)

 Segundo a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), o excesso de velocidade é a primeira dessas causas,  sendo a segunda a especialmente repulsiva embriaguez ao volante, num quadro de insensatez  criminosa em que também figuram as ultrapassagens proibidas ou de risco. São os motoristas irresponsáveis e violentos que colocam o trânsito em disparada, na contramão da vida. Há que retirá-los de circulação, puni-los com a severidade prevista nas leis e acabar com a impunidade que estimula a insânia. (multas de baixo valor e a impunidade instaurada em nossa Sociedade são um reflexo da violência no trânsito!)

A comemoração do Ano-Novo, no próximo final de semana, que deverá aumentar ainda mais o movimento nas rodovias – e também multiplicar os “gargalos da falta de mobilidade”, enseja um apelo ao bom senso dos motoristas e ao rigor ainda maior da fiscalização, para que a alegria não se transforme em dor, e o sorriso em lágrimas. Em nome da vida.

ACORDA SOCIEDADE!

ps.grifos meus

Written by danielbiologo2

dezembro 27, 2011 at 10:18 am

Código Florestal X Desastres Ambientais X APP

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Quando o assunto é baseado em “racionalidade” e estudos  técnicos, soluções adequadas são alcançadas, ao contrário quando interesses particulares, sejam econômicos e políticos prevalecem, estes resultados são quase certos de serem transformados em desastres ambientais. O artigo publicado no DC, vem neste sentido, de alertar sobre as mudanças sobre as áreas de preservação permanente-APP e outras, que “muitos” vem querendo reduzir. A prevenção é muito mais eficiente e salva vidas, já as ações corretivas e de resposta ao desastre nem sempre conseguem salvar vidas, além do patrimônio construído ou do ambiente natural. As Unidades de Conservação e Áreas de Preservação Permanente tem que ser prioridades do Governo na sua conservação, a sustentabilidade e o equilíbrio ambiental e consequente redução dos riscos de desastres ambientais, “dependem” destas ações.

Written by danielbiologo2

dezembro 13, 2011 at 12:38 pm

Código e desastres…

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Código e desastres…

A Care Brasil, organização brasileira integrante da rede da Care Internacional, que acumula experiência de mais de 60 anos em ajuda humanitária e uma das maiores ONGs do mundo, atua de forma sistemática em resposta a desastres. Partindo da resposta emergencial aos primeiros impactos e o restabelecimento das condições de bem-estar das comunidades mais vulneráveis, sempre as mais atingidas pelas catástrofes, suas ações têm o objetivo de apoiar a prevenção de novas tragédias.

Entretanto, de nada adiantam esforços de capacitação da população, caros estudos de paisagens e recomendações balizadas de intervenções estruturais, se não forem consideradas as consequências nefastas do uso e da ocupação do solo nos municípios que não observam o Código Florestal como instrumento regulador.

Ou seja, se quisermos medidas realmente estruturantes visando à reversão do quadro futuro de catástrofes, é preciso garantir, hoje, a proteção do Código Florestal, principal instrumento de redução de riscos de desastres que temos à disposição no país. O Código rege as Áreas de Preservação Permanente (APP), espaços territoriais especialmente protegidos pela Constituição, que possuem a função de preservar recursos hídricos, vegetação, biodiversidade e estabilidade geológica; proteger o solo e assegurar o bem-estar da população.

Quando o desmatamento, a degradação, a ocupação humana, quer com cultivos quer com edificações, avançam às margens de nascentes e cursos de rios, retiram das APPs suas muitas e importantes funções, entre as quais: poder da cobertura vegetal de reduzir o deslizamento de terra e evitar o assoreamento dos rios.

Após o desastre na Região Serrana do Rio de Janeiro, a presidente Dilma Roussef determinou aos ministérios da Integração e da Ciência e Tecnologia a elaboração de um plano nacional de prevenção e gestão integrada de risco e resposta a desastres. Não pode, portanto, permitir a fragmentação física dos meios naturais de redução de risco, sob pena de desfazer com uma mão o que faz com a outra.

*por Leila Soraya Menezes PSICÓLOGA, AMBIENTALISTA DA CARE BRASIL

Written by danielbiologo2

dezembro 12, 2011 at 10:28 am

Mobilidade

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Engraçado como alguns individuos reclamam “dos serviços públicos e empresas” que ficam no interior da Ilha de Santa Catarina, culpando os mesmos, de serem responsáveis pela “imobilidade urbana”. Este transtorno pelo excesso de carros ocorre em toda Grande Florianópolis, não somente na Ilha. Quer evitar os congestionamentos, pare de reclamar e comece a caminhar, pedalar ou andar de transporte coletivo. Isto significa mobilidade urbana e menos transporte individual motorizado nas ruas, melhorando, e muito, o fluxo do trânsito, das pessoas!

Written by danielbiologo2

dezembro 3, 2011 at 9:56 pm

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