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Rodovia perigosa, culpa dos “MALtoristas”.

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Perigo nas estradas27/07/2012

SC-401 em Florianópolis é a rodovia mais perigosa para ciclistas em Santa Catarina

Já a SC-405, também na Ilha, é a mais perigosa do Estado para os pedestres

A rodovia mais perigosa de Santa Catarina para quem anda de bicicleta é a SC-401, em Florianópolis. Nos seus 20 quilômetros não há espaço exclusivo para os ciclistas circularem. A duplicação do trecho entre os bairros Jurerê e Canasvieiras (o último a ser ampliado) contemplou apenas a pintura de ciclofaixas. Segundo usuários, no entanto, a sinalização não garante segurança. Nos primeiros seis meses do ano, oito ciclistas ficaram feridos e dois morreram na estrada.

Nicolas Zanella, 25 anos, foi uma das vítimas na rodovia. Em fevereiro deste ano, ele e seu amigo Emílio de Souza, 21 anos, foram atingidos por um carro. Emílio morreu. Nicolas fraturou um dos pés e as costas e até hoje não se recuperou totalmente.

Na segunda colocada no ranking, a SC-474, em Blumenau, cinco ciclistas ficaram feridos este ano. O aposentado Ino Tribess, 69 anos, entrou para as estatísticas em junho de 2007. Após ser atingido por uma motocicleta, teve traumatismo craniano e várias fraturas.

A terceira mais perigosa, a SC-415, entre Garuva e Itapóa, no Norte do Estado, tem empresas de transporte de carga, o que provoca um intenso fluxo de caminhões e trabalhadores que circulam de bicicleta. Neste ano, foram quatro acidentes.

Para o integrante da Associação dos Ciclousuários da Grande Florianópolis (Viaciclo), Daniel Costa, o aumento no número de mortes entre ciclistas é resultado dos projetos viários que priorizam os carros e da falta de infraestrutura nas rodovias.
-Andar de bicicleta não é perigoso. 
O que é realmente perigoso é dar ao motorista chances dele correr mais, realizar obras sem pensar em quem anda a pé ou de bicicleta.

Para o major da Polícia Militar Rodoviária (PMRV) Fábio Martins, os acidentes pelo Estado ocorrem pela falta de ciclovias, aliada à imprudência dos motoristas.

O presidente do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), Paulo Meller, diz que, quando foram criadas, as rodovias não previam estrutura para assegurar o deslocamento de pedestres e ciclistas.

Segundo ele, os novos projetos já levam em conta estes itens em áreas urbanas e, à medida em que forem sendo contruídas, haverá mudança de cenário, possibilitando a diminuição no número de vítimas.

Perigo para pedestres

Com 15 atropelamentos este ano (até junho), a mais perigosa do Estado para pedestres é a SC-405, em Florianópolis. Nos seus 2,5 quilômetros, 18 pessoas ficaram feridas e uma morreu este ano. Veronica de Souza, 40 anos, foi uma das vítimas. Ela mora às margens da SC-405 e até para ir à padaria corre risco. Quando estava grávida de sete meses, foi atropelada no acostamento.

O secretário de Infraestrutura do Estado, Valdir Cobalchini, prevê lançar nos próximos dias o edital de licitação para a construção de ciclovia, calçada e faixas com lombadas que permitam a travessia mais segura de pedestres. As obras devem iniciar em outubro.

Na segunda mais perigosa, a SC-474, em Blumenau, sete pessoas ficaram feridas e duas morreram em atropelamentos. O fluxo urbano sobre a rodovia é apontado pela PMRv como a principal causa dos atropelamentos. Os pontos mais críticos estão no Viaduto da Mafisa, até o km 55.

A aposentada Wilma Gaulke, 63 anos, foi uma das vítimas deste ano. Ela morreu ao ser atropelada por um ônibus no acostamento.

— São rodovias que deixaram de ter características rodoviárias. São urbanas e precisam de alterações. Não há calçadas, nem ciclovias — analisa o comandante da PRMv no Vale do Itajaí, major Mauro Palma Resende.

Para ele, a redução das ocorrências na SC-474 só ocorrerá com a implantação de um novo traçado. Mas o projeto só será concluído em 2013.No Vale do Itajaí, a SC-470 entre Blumenau e Itajaí, é a terceira onde mais acontecem atropelamentos. A rodovia corta a cidade de Ilhota, em uma região conhecida pelo seu comércio de roupas íntimas.

As empresas cresceram às margens da rodovia, aumentando a circulação de pedestres. Este ano, duas pessoas morreram atropeladas no trecho movimentado.

Para o major da PMRv Fábio Martins, a redução nos atropelamentos no Estado podem ser reflexo da construção de passarelas e das campanhas de conscientização.

Para ler o texto no DC on-line, clique: AQUI

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julho 27, 2012 at 12:56 pm

Ponte Hercílio Luz sem carros….a inteligência prevalecendo?

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Ponte Hercílio Luz para as pessoas, Cidades para as pessoas!

Ilha-continente 16/07/2012 | Diário Catarinense

Especialistas questionam uso da Ponte Hercílio Luz para carros

Os acessos à ponte não atenderiam o atual fluxo de veículos na Capital

Após o governador Raimundo Colombo anunciar que a Ponte Hercílio Luz deverá receber tráfego de carros, o dilema são os acessos à travessia. Para especialistas, a capacidade das vias de acesso à ponte estão ultrapassadas para atender o fluxo de veículos de Florianópolis.

Na semana passada, Colombo declarou que utilizará parte dos R$ 3 bilhões de recursos financiados com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para concluir a reabilitação da Hercílio Luz.

Segundo o levantamento feito pelo governo do Estado, a antiga travessia poderia receber 20% do número de carros da Pedro Ivo e Colombo Salles, onde passam cerca de 175 mil veículos por dia. Conforme o Departamento de Infraestrutura (Deinfra), devem ser adquiridos R$ 146 milhões de crédito. A expectativa é terminar a ponte em 18 meses.

Para a professora de Engenharia de Tráfego da Universidade Federal de Santa Catarina Lenise Grando Goldner, os acessos à ponte não são adequados para o tráfego atual de automóveis.

— Teriam que reformular as vias de entrada da Hercílio Luz. A pior situação é no lado da Ilha. As ruas (entre elas a Alameda Adolfo Konder) são estreitas e em mão única. Teria que reformular toda a área. A ponte seria mais bem utilizada para pedestre, tráfego de bicicleta e até motocicleta — considera a engenheira.

De acordo com o presidente Deinfra, Paulo Meller, a ponte foi projetada para receber cargas pesadas, como trens, metrôs e carros. Ele afirma que o estudo para tráfego de carros está em andamento e deve ficar pronto até agosto do próximo ano. Uma das ideias é abrir as duas únicas faixas no sentido continente-ilha no horário de pico matinal e na direção contrária à tarde. Outro estudo prevê o uso da travessia para a passagem de ônibus, táxis, ambulâncias e carros de bombeiros.

O prefeito de Florianópolis, Dário Berger, é favorável à utilização da ponte para carros, mas de forma paliativa. Para ele, só a quarta ligação resolveria o problema de congestionamento.

— Realmente precisam ser feitas adaptações. Por exemplo, seria uma opção para quem vem do Continente para o Centro, mas para quem está na Beira-Mar e quer ir para o Estreito, é bastante complicado — analisa Dário.

O governo estadual segue com o projeto da quarta travessia. Na quarta-feira da próxima semana termina o prazo para as empresas apresentarem propostas de obras para a nova ligação por meio do procedimento de manifestação de interesse. O PMI é uma forma de o Estado obter junto ao setor privado os estudos necessários, que serão pagos pelo vencedor da concorrência pública.

A previsão é que leve 18 meses entre a escolha do tipo de obra até o lançamento de edital de execução da quarta ligação. Nessa estimativa, o governo não conseguiria concretizar a nova travessia dentro do mandato. Com a Hercílio Luz, há mais chances de reduzir os problemas de congestionamento ainda nesta gestão.

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julho 17, 2012 at 12:20 am

Bicicletada da Lagoa – julho 2012

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Neste segundo sábado, dia 17/jul/2012, aconteceu mais uma Bicicletada e novamente dezenas de ciclistas pedalam por toda a extensão da Rua Osni Ortiga e também pelo Centrinho da Lagoa, reivindicando a rápida, definitiva e correta implantação da Ciclovia na Osni Ortiga. 

Esta ciclovia, com certeza atenderá a uma enorme demanda reprimida de pessoas que precisam da Mobilidade Urbana, seja como Pedestres ou Ciclistas.

O excesso de velocidade, aliados a total falta de conhecimento do CTB por uma grande parcela de motoristas, exigem infraestrutura cicloviária nesta via.
Hoje, no retorno da Bicicletada, um motorizado sem reduzir a alta velocidade e sem respeitar a distância de 1,5m ao ultrapassar o ciclista, ultrapassa atingindo o mesmo.
Estava transitando na Osni Ortiga, quando de repente este motorizado atinge minha bicicleta, minha perna e braço, sorte(?) que foi tudo de raspão, mas afetando/danificando meu veículo. Mas deixando aquela sensação; – se fosse mais cinco centímetros ????
O que me preocupa é essa irresponsabilidade e imprudência desta parcela de motoristas que transitam como se só eles existissem nas ruas.
Eu quando, quando no comando de um motorizado e vejo um ciclista ou pedestre reduzo minha velocidade, muitas vezes transito por algumas centenas de metros atrás do outro veículo, até ter segurança de ultrapassar, e não me atraso, seja lá qual for meu compromisso.
Respeito e cidadania, é disso que precisamos!!!

DanieBiólogo
Bicicletada da Lagoa, segundo sábado, dia 14/07/12 

Vídeo no canal da 

 Bicicletada da Lagoa 14/07/2012 | Diário Catarinense.

Ciclistas organizam passeio para pedir agilidade na construção de ciclovia em Florianópolis

Obra na Rua Osni Ortiga ainda não começou, mas prefeitura promete finalizá-la ainda este ano

O projeto de construção de uma ciclovia na Rua Osni Ortiga, na Lagoa da Conceição, em Florianópolis, está mais próximo de sair do papel. A placa informativa sobre a obra já foi colocada na via. Depois de tantas promessas, a comunidade mantém a pressão para garantir que a obra comece logo e, neste sábado, realiza a quarta edição da Bicicletada da Lagoa.

A obra, que faz parte do projeto de revitalização da rua Vereador Osni Ortiga, na Lagoa da Conceição, está dividida em duas etapas. Na primeira, será feita a construção de um muro de contenção, drenagem e terraplanagem do terreno, e na segunda etapa será colocado o calçamento, pintura e sinalização.

A construção da ciclovia na Osni Ortiga é uma reivindicação antiga da comunidade e da Viaciclo (Associação de Ciclousuários da Grande Florianópolis). A rua liga os bairros do Sul da Ilha à Lagoa da Conceição. O custo total da obra, de 3,5 km de extensão, será de R$ 3 milhões.

Desde março, quando o prefeito Dário Berger anunciou a revitalização da Rua Osni Ortiga, os movimentos de ciclistas e a Associação dos Moradores do Porto da Lagoa (Ampola) realizam as bicicletadas para lembrar da promessa de governo. O compromisso assumido pela prefeitura, durante as comemorações do aniversário da cidade, era de que a obra fique pronta ainda este ano.

Desta vez, os organizadores esperavam reunir 100 pessoas no passeio. A concentração começou às 14h30min, com partida às 15h da Praça Bento Silvério, conhecida como Pracinha da Lagoa. A proposta de percurso era seguir pela Avenida das Rendeiras, passar pela Rua Osni Ortiga e até o Rio Tavares, pela rodovia SC-406.

Conforme Ébano Piacentini, um dos organizadores da Bicicletada da Lagoa, o processo para a construção da ciclovia está em andamento. Já há placas da prefeitura referente à obra.

— Soubemos que a prefeitura deve começar a revitalização em 15 dias — diz Piacentini.

Segundo ele, a luta pela ciclovia vai além da garantia de uma espaço de lazer para a comunidade.

— Reivindicamos também por uma questão de mobilidade urbana, um grande problema no Brasil e no mundo. Em países como a Dinamarca, o governo investe em ciclovias e as pessoas se sentem seguras para usar a bicicleta como meio de transporte. É um veículo que não polui, é leve, promove a saúde e o contato do usuário com o bairro — salienta Piacentini.

Durante o percurso, os ciclistas pretendiam instalar 30 placas em metal com informações sobre o artigo 201 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A norma determina aos condutores de carros, motos e caminhões a redução de velocidade e uma distância mínima de 1,5 metros ao ultrapassar bicicletas nas vias públicas.

— A ideia é fazer com que os motoristas se familiarizem com a regra que é pouco conhecida — conta o participante da Bicicletada  Eduardo Green.

A ciclovia na Osni Ortiga é reivindicada há 17 anos pelos moradores da Lagoa. Representantes da prefeitura, como o secretário de Obras, Luiz Américo Medeiros, foram procurados na manhã deste sábado para falar sobre a obra, mas não foram encontrados.

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julho 16, 2012 at 2:15 pm

O carro-prefeito

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2 de julho de 2012 | N° 9598

SÉRGIO DA COSTA RAMOS

  • O automóvel-prefeito

    Chegou a hora dos candidatos à prefeitura de Florianópolis deixarem um pouco de lado os meandros da política e das coligações com a habitual e execrável divisão de cargos futuros para pensar um pouco nos desafios do ambiente urbano.

    Será o tal BRT – onibus rápido com corredor de estações de transbordo alinhadas aos seus degraus de acesso – uma solução, uma boa rima ou só uma imitação de Curitiba?

    A geografia da Ilha-Capital não tem qualquer semelhança com a da plana Curitiba; os desafios aqui brotam do chão, do verdadeiro labirinto espremido entre o mar e a montanha.

    O labirinto da Ilha de Santa Catarina não se formou ao longo de milênios, como o da Ilha de Creta. Bastaram algumas décadas. Um videogame na forma de enigma foi caoticamente planejado em Floripa nos últimos 40 anos, quando o aterro da Baía Sul nasceu para se transformar em… garagem de ônibus.

    Floripa cresceu com o requinte de resultar numa cidade ainda pequena, mas com todos os inconvenientes de uma grande metrópole.

    Cidade insular e portuária – sem portos ou transporte marítimo –, sobre a Ilha se abateram todas as pragas do progresso predatório. Pior: um progresso deformado, associado ao carrapato de uma ecoteologia caolha, que acaba provocando exatamente o que deveria evitar: a degradação ambiental.

    Some-se a todos esses males o da “monocultura” automotiva, velha arteriosclerose do Brasil, com direito a incentivos fiscais. Dá mais carro em Floripa do que chuchu na cerca ou urtiga em campo de ervas daninhas. Nas ruelas da velha Desterro não cabem mais carros. Ironia: no mar que abraça a Ilha, faltam barcos.

    – Sobra mar pra poca batera, mo Deugi… – arenga um mané, com gosto de sal na boca e maresia no coração.

    Um estudo acadêmico chegou a revelar que Floripa é, proporcionalmente, a cidade de menor mobilidade urbana dentre as 27 capitais brasileiras. Pior: é a vice-campeã de engarrafamentos em todo o mundo, superada apenas por uma conflagrada cidade tailandesa.

    Na Ilha, os bebês já nascem com quatro rodas. E automóveis dão em árvore, já madurinhos. Ou em até 60 meses, a perder de vista. Uns e outros já nascem no limitado berçário citadino: ruas e ruelas comprimidas entre o mar e a montanha, ladeiras e baixios.

    O automóvel pode não ser um animal domesticável. Mas existe. Come, metaboliza, excreta, respira, move-se e reage a estímulos externos, governados por este homo-transitus, que nada tem de cordial.

    Caberá a um administrador sério criar um sistema para – mesmo ao peso de natural impopularidade – começar a “hierarquizar” o trânsito em benefício do transporte coletivo, penalizando, pecuniariamente, o acesso ao centro da cidade e ao seu entorno.

    Traduza-se: limitar o uso do automóvel na Ilha, sob pena desse “animal” assumir a prefeitura e governar por um único decreto: o do engarrafamento permanente, sem começo, meio ou fim.

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julho 12, 2012 at 1:31 pm

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Professor X Aluno

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Recebí da minha amiga Alícia,
posto aqui para quem quiser rir um pouco…….

O QUE DEVO FAZER PARA REPARTIR 11 BATATAS POR 7 PESSOAS? 
PURÊ DE BATATA, SENHOR PROFESSOR! 

JOAQUIM, DIGA O PRESENTE DO INDICATIVO DO VERBO CAMINHAR. 
EU CAMINHO… TU CAMINHAS… ELE CAMINHA… 
MAIS DEPRESSA! 
NóS CORREMOS, VÓS CORREIS, ELES CORREM! 

“CHOVIA” QUE TEMPO É? 
É TEMPO MUITO RUIM, SENHOR PROFESSOR. 

QUANTOS CORAÇÕES NÓS TEMOS? 
DOIS, SENHOR PROFESSOR. 
DOIS!? 
SIM, O MEU E O SEU! 

DOIS ALUNOS CHEGAM TARDE À ESCOLA E JUSTIFICAM-SE:
– O 1º ALUNO DIZ: ACORDEI TARDE, SENHOR PROFESSOR! SONHEI
QUE FUI à POLINéSIA E A VIAGEM DEMOROU MUITO.
– O 2º ALUNO DIZ: E EU FUI ESPERÁ-LO NO AEROPORTO!

PODE DIZER-ME O NOME DE CINCO COISAS QUE CONTENHAM LEITE? 
SIM, SENHOR PROFESSOR. UM QUEIJO E QUATRO VACAS.. 

UM ALUNO DE DIREITO A FAZER UM EXAME ORAL: O QUE é UMA FRAUDE? 
É O QUE O SR. PROFESSOR ESTÁ A FAZER. 
O PROFESSOR MUITO INDIGNADO: ORA ESSA, EXPLIQUE-SE… 
SEGUNDO O CÓDIGO PENAL COMETE FRAUDE TODO AQUELE QUE SE APROVEITA DA IGNORÂNCIA DO OUTRO PARA O PREJUDICAR! 

MARIA, APONTE NO MAPA ONDE FICA A AMéRICA DO NORTE.. 
AQUI ESTá. 
CORRETO. AGORA TURMA, QUEM DESCOBRIU A  AMéRICA? 
A MARIA. 

JOãOZINHO, ME DIGA SINCERAMENTE, VOCê ORA ANTES DE CADA REFEIçãO? 
NãO PROFESSORA, NãO PRECISO… A MINHA MãE é UMA BOA COZINHEIRA. 

ARTUR, A TUA REDAÇÃO “O MEU CãO” É EXATAMENTE IGUAL À DO SEU IRMãO.
VOCê COPIOU? 
NÃO, PROFESSORA. O CãO É QUE É O MESMO. 

BRUNO, QUE NOME SE DÁ A UMA PESSOA QUE CONTINUA A FALAR, MESMO QUANDO OS OUTROS NÃO ESTãO INTERESSADOS? 
PROFESSOR. 

Written by danielbiologo2

julho 8, 2012 at 11:45 pm

Publicado em Textos recebidos