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lixo na praia…

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Sexta feira, 28 de outubro de 2016, 16 horas.

Uma breve caminhada na praia do Campeche, mas hoje o vento e a “ressaca” pareciam um pedido da Natureza pedindo a ausência do bicho homem.

Infelizmente ao realizar esta breve caminhada de algumas centenas de metros, visualizei “milhares” de fragmentos e restos de materiais diversos e, entre os poucos humanos presentes, uma moça fumando atira a bituca em direção ao mar. (estúpida ignorância de egoísmo ao vivo e a cores, EU VI!)

O que me fizeram lembrar e querer deixar registrado aqui este fato, repetido milhares de vezes em nosso entorno. Anos atrás tive a oportunidade de visitar em uma praia no exterior onde havia uma taxa para entrar na mesma, proibido fumar e/ou consumir bebida alcoólica entre outras restrições. No início estranhei, mas em minutos percebi o benefício e a qualidade da praia, não haviam lixeiras, não havia lixo na areia!!!
Quando quis tomar uma cerveja, tive que ir nu pub, entrar, fechar a porta, pagar, beber duas latinhas e deixar as latas no balcão, ou seja, podes tomar tua cervejinha, mas não em qualquer lugar e não “tens” como abandonar lixo pelo caminho.
A praia era de uma limpeza linda, me pareceu realmente um ambiente natural, apesar de ter toda uma infraestrutura construída em seu entorno, dava gosto caminhar e encontrar apenas conchinhas e outros “artigos” marinhos!

Mas aqui em terras tupiniquins, onde o umbigo individual é mais importante que a coletividade, que a qualidade de vida coletiva, levamos todo tipo de lixo e rejeitos, além das bitucas de cigarro, e as deixamos nas areias, nas ruas, para depois reclamar que não fazem a limpeza. E assim somos obrigados a gastar milhões para limpar, quase sempre deixando muito mais do que recolhemos.

Esta foto é para resumir o egoísmo estúpido e imbecil do nosso estilo de vida.
Pergunto será tão difícil?
Se você levou traga de volta e deposite em local adequado. E ainda tem energúmenos que acham bom lixeiras espalhadas nas areias da praia, ou seja, vamos para curtir o visual e temos que ter um saco plástico exalando odores ao teu lado?
Sem contar que em dias com vento (como hoje), depois que “vira-latas” rasgam atrás de comida, o vento e a maré esparramam tudo e “inocentemente” acreditamos que está tudo limpo por não enxergarmos todo esse lixo, microlixo, que estarão poluindo e matando por séculos…

“Não somos donos da Natureza,
somos parte integrante e dependentes de seu equilíbrio”

Daniel de A. Costa

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Written by danielbiologo2

outubro 28, 2016 às 9:43 pm

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