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Archive for the ‘Pedalando por aí…’ Category

Bicicleta cor de uva.

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2014-11-24 15.24.00Foi numa quinta feira, que subi o morro com ela, minha Bicicletinha azul.

Um dia de sol, temperatura agradável do fim de outono, um convite a curtir a Natureza, enfim lá estava eu, pedalando e caminhando.

      Minha Bicicleta fixa, com pneus finos, relação pesada, não permitem a escalada íngreme deste morro, mas no transporte ativo em Bicicleta empurrar faz parte, não é nenhum tipo de constrangimento.
Subindo e olhando a flora ao redor, borboletas azuis, outras pintadas, o vento passando e a frase veio naturalmente;
Borboletas são Flores que o vento tirou para dançar”.

      A chegada é sempre agradável, ainda mais por estarmos mais perto do céu e do Astro Rei, tudo bem que é apenas uma bela impressão, mas é muito boa.

      Sentei na rocha olhei o horizonte, fiquei de pé senti o sol, pulei e senti o vento.
Meu coração estava palpitante, fazia muito tempo que não sentia felicidade desta maneira.

fotobicicletinhamakingoff      Minha Bicicletinha azul começa a se posicionar, fotos e olhares, risadas e vontade de abraçar tudo naquele momento. A Bicicletinha na rocha,
as folhas da palmeira ao lado com o Sol sendo filtrado, e nas sombras eu vi uma cor de “berinjela”?
Uma rajada de vento e um arrepio, não, é cor de uva!

      O vôo do olhar levou minha Bicicletinha para o mar, para a lagoa, para o manguezal, para a mata…

      Vontade de fazer tantas coisas, não fiz, ainda bem que arrependimento não mata, segundo o dito popular!

      Ifixavoçorocasniciei a descida, tentei fazer montado na minha fixa, não deu, o chão com pedriscos e voçorocas não permitiram uma descida segura.

 Continua…

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Written by danielbiologo2

abril 30, 2015 at 5:21 pm

SC 406…405…Contra a vida?

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Art 201
Dia 07 de maio de 2014, vindo ao trabalho…

Relatos e inversão de prioridades!


Acordei, tomei um café e fui ver o clima, nublado com até uma leve serração, onde moro, chove! Duvida se vou de Bicicleta ou de ônibus. Ao ler o jornal, ver as notícias, a possível paralização do transporte coletivo, que já é ineficiente pelos poucos horários, me deram a certeza, hoje é a única opção ir de Bicicleta.

Calibrei os pneus da minha bicicleta dobrável, pois a outra estava com o pneu furado e ainda não consertei.
Pneus são frequentemente furados pela grande quantidade de vidros, pregos, parafusos e outros rejeitos/lixo atirados nas ruas e vias das cidades.

Pedalava pela SC-406, uma via onde são permitidos elevados limites de velocidade e sem acostamento, além disso temos alguns comerciantes locais que colocam cones no meio da via, não sei bem qual o propósito, mas devido a estes e o desconhecimento de um motorista do CTB, hoje quase fui atropelado por um carro.
Vinha pedalando conforme o CTB (Art. 58. Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores.), quando um carro de luxo, daquele grandões, certamente protegido por inúmeros air-bags, passa raspando meu veículo, o que me fez gritar;
-OLHA A FINA, RESPEITE O CTB.
Logo a frente uma lombada e este carro reduz a velocidade, quase pára e eu que vinha pedalando a uns 30 Km/h ultrapasso e escuto algo do motorista que abre o vidro elétrico da janela do carona(ele estava sozinho), eu respondo sem entender o que ele havia dito;
-Respeite a bicicleta e ultrapasse afastado e devagar, só isso!

Ele me ultrapassa e estaciona no acostamento, sou obrigado a passar por ele mais uma vez, em seguida este motorista me alcança e iniciamos uma conversação com os veículos transitando em baixa velocidade, lado a lado, e o motorista me diz;
-Como queres que eu faça com aqueles cones no meio da pista?
E respondo;
-O senhor deve esperar um pouco e depois passar respeitando o CTB (
Art. 201 e 220),
-É só isso, simples e todos saem ganhando!

Para quem estava cheio de pressa, não pode reduzir e esperar segundos para me ultrapassar sem “problema”,  me ultrapassa em condições de risco, agora tinha tempo para parar, “conversar” comigo?
Percebi que o motorista desconhecia o Código de Trânsito Brasileiro, achando que eu estava errado por transitar na via, única opção de pedestres, ciclistas, transporte coletivo, motocicletas e carros. E assim muita gente dirige carros e motocicletas sem conhecer o CTB, como??

Quando cheguei na ciclovia da via expressa sul, encontrei tranquilidade em pedalar, aqui conseguia escutar o som da brisa, de algumas aves e o ar condicionado natural, pedalava devagar contemplando a paisagem. Aqui me dei conta mais uma vez de como a bicicleta humaniza o espaço público. Sempre que cruzo outro ciclista e ou pedestres, acontece um Bom dia! E quando um ciclista encontra outro parado,  sempre ocorre a pergunta, -Tudo bem? E ajudas na troca de pneu ou pequenos consertos, quase sempre,  acontecem.
Mas uma coisa que sempre me chama a atenção, quando os trabalhadores que cortam a grama nos canteiros estão próximos dos carros, que utilizam uma tela para evitar que pedrinhas e restos das plantas atinjam os veículos que passam. No caso dos ciclista e pedestres, NÃO!
Cortadores de grama lançam pedrinhas e restos de plantas nas pessoas que passam a poucos centímetros destas máquinas, e hoje senti na pele o “lançamento” pelos hélices, de fragmentos diversos em minhas pernas, e se uma pedrinha atinge o olho de alguém?

Na SC 405, as altas velocidades permitidas, muitas vezes até descumpridas, as conversões feitas por MALtoristas em qualquer trecho da via, cortando a frente dos demais, a falta de faixas de pedestres, falta de acostamento, total falta de infra estrutura para ciclistas e pedestres, me dão a certeza de que aqui não ocorrem acidentes. Aqui os sinistros de trânsito estão sendo “promovidos” pelo Poder Público e com participação e aval de uma boa parcela da sociedade.

O trajeto de 17 quilômetros, feito em menos de 50 minutos, é relativamente tranquilo, com a postura adequada, respeitando o CTB é sim seguro ir de bicicleta ao trabalho. Confesso que não gosto de publicar relatos que parecem dizer o contrário, mas eu acredito que informando, qualquer pessoa que leia, vai entender e se não respeitar….bem aí que defendo e entra a punição para sentir no bolso (multas de valor).

A Rua É de Todos,
todos tem direitos e deveres,
no trânsito temos regras (CTB)
que visam ordenar o fluxo e conferir segurança a todos.

Lembre-se, em SC 94% dos acidentes, na verdade sinistros de trânsito, são decorrentes da imprudência e irresponsabilidade, quando ao comando (?) de um motorizado!

Written by danielbiologo2

fevereiro 3, 2015 at 11:00 am

Art 220…..vou ter que postar 220 vezes!

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Art.: 220
Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança de trânsito
XIII- ao ultrapassar ciclista
Infração: gravíssima
Penalidade: multa

Art.: 201
Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicletas.
Infração: média
Penalidade: multa

Hoje vindo ao trabalho, transitando pelas ruas, mais uma vez “senti na pele” talvez o maior problema para quem quer caminhar ou pedalar pela cidade, a falta de respeito por uma parcela de MALtoristas e as elevadas velocidades autorizadas de motorizados transitarem pela cidade.

Motoqueiros andam como se só eles existissem, costuram andam entre os carros pela esquerda pela direita sempre em velocidades assassinas (não são todos, é claro).
Carros ultrapassam o ciclista como se não houvesse outro veículo a sua frente (, desrespeitam o CTB, o bom senso e a vida de todos.

E a quantidade de motorizados sobre passeios, ciclofaixas?

Na pouca infra estrutura existente, temos o desrespeito de muitos MAltoristas, que como disse estacionam sobre as ciclovias, motoqueiros transitam nela para “fugir” dos congestionamentos.

RESPEITO e BAIXAS VELOCIDADES
são fundamentais, imprescindíveis
para a MOBILIDADE URBANA.

Written by danielbiologo2

janeiro 29, 2015 at 5:31 pm

Publicado em Pedalando por aí...

Travessia de pedestres???

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pedestres travessia

Matéria feita hoje dia 04 de dezembro de 2013, sobre a inexistente passagem de pedestres e ciclistas na Av. Beira Mar Norte. Pedestres e ciclistas que vem do continente pela passarela da Ponte Pedro Ivo, e vice versa, são obrigados a se colocar em risco de morte, pela total falta de infraestrutura que garanta a Mobilidade Urbana das pessoas. Inclusive temos um passeio de pedestres que joga os mesmos dentro desta via onde motorizados transitam em estúpidas velocidades para área urbana.
Fiquei por um hora observado o local, impressionante como não morre ninguém aqui, na foto no canto superior direito, eu “gelei”, juro que fiquei com as pernas bambas, esta senhora não foi atropelada por um segundo, por um bólido de ferro a muito mais de 80Km/h. Assim muitas pessoas são obrigadas a cruzar esta via para acessar o centro da cidade, eu medi e a faixa de pedestres fica a 1,6Km deste ponto.
A euipe de TV da RIC, gravou e entrevistou pedestres e ciclistas, inclusive o repórter atravessou e sentiu na pele o risco que a priorização das elevadas velocidades permitidas e estimuladas ao transporte motorizado, confere as pessoas.
Fica a pergunta:
-Depois que alguém for atropelado e morto, alguém vai dizer que foi acidente???

Infraestrutura viária para a Mobilidade Urbana deve priorizar o transporte ativo, ou seja, a prioridade é o pedestre e o ciclista, inclusive estando assim de acordo com a Política Nacional de Mobilidade Urbana, mas não por aqui apenas os caminhos dos carros e motos em assassinas velocidades estão contempladas.
Não, não é uma questão de ser contra o poluente motorizado e sim de ser a favor das pessoas. Atualmente aproximadamente 60% do espaço urbano nas grandes cidades, é destinado exclusivamente aos carros, e uma cidade não foi feita para isso, cidades foram criadas como centros de convivência dos seres humanos, e com a chegada das velocidades, imprudência e irresponsabilidade quando ao comando(?) destes “bólidos de ferro”, hoje em dia as ruas se tornaram perigosas. NÃO, RUAS NÃO SÃO PERIGOSAS PARA AS PESSOAS, PERIGOSO É COMO SE PERMITE CONDUZIR MOTORIZADOS EM NOSSAS RUAS! Ruas são espaços públicos, ou seja, a RUA É DE TODOS.

Precisamos sim, de investimentos LÓGICOS E RACIONAIS pelo Poder Público, que visem o bem estar e qualidade com segurança para a população, seja qual for o modal de deslocamento escolhido e, o RESPEITO e “bom senso” de todos os integrantes do trânsito, ou seja a população da cidade!

ACORDA SOCIEDADE!!!

Written by danielbiologo2

dezembro 4, 2013 at 2:39 pm

Solução em Duas Rodas

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opiniaoagradecimento

Written by danielbiologo2

agosto 12, 2013 at 9:54 pm

Ciclista não atrapalha!!!

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Tenho visto muitos comentários criticando agressivamente os Ciclistas, dizendo que atrapalhamos o trânsito….o que eu acho engraçado é que sempre que pedalo na cidade, sou obrigado a ficar desviando de carros e outros motorizados presos em congestionamentos que eles mesmos criam.
Mas a “raiva”de ver os ciclistas passando rindo, sem estresse, é tão grande…ou seria inveja? Que estes, não percebem que eles é quem estão presos por opção e que somos nós os ciclistas, aliás cada ciclista é um carro a menos na rua, que estamos contribuindo e melhorando o fluxo nas ruas.

congestionamento

Mas quer utilizar o poluente e usurpador de espaço público?
faça pelo menos respeitando o CTB e o Bom Senso,
tua vida, a minha vida, nossas vidas agradecem!

Sim, mobilidade não é transitar em altas velocidades, responsáveis por grande parte das mortes e vítimas…..amputações, mobilidade urbana é o cidadão poder optar pelo transporte ativo (a pé ou em Bicicletas) e a integração com um transporte coletivo eficiente todos com segurança, sendo o carro a última e insustentável opção. Mobilidade no sentido de movimento, é fluxo….lembrem-se;

Congestionamento não é um problema,
é apenas uma relação causa X efeito.”

transporte ativo!

transporte ativo!

Written by danielbiologo2

março 11, 2013 at 12:14 am

Publicado em Pedalando por aí...

Atropelada…

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atropelada

Só “sabemos”alguns….

Esta Bicicleta encontrei enquanto trabalhava em Palhoça/SC, questionei locais sobre ela, me falaram foi uma moça que ia  para a padaria, bem cedo….provavelmente comprar um pão fresquinho para a família.

Um motorizado em velocidade a atropelou…não sei de mais nada!

Apenas “imagino com certeza”…… era uma mãe, que todo dia pegava seu veículo e ia até a padaria comprar o pãozinho de cada dia, os filhos em casa se arrumando para a escola, esperando a mãe….será que ela voltou para casa?

Em Santa Catarina 94% dos chamados acidentes de trânsito, não são acidentes, são “propositais”!!!???
Sim, pois se o limite da via é de 40Km/h e o indivíduo se “acidenta” a sessenta, oitenta, 100Km/h………………………….

NÃO FOI ACIDENTE.

Este motorista assumiu o risco e consciente disso, apenas tem a quase certeza da IMPUNIDADE como escudo e assim, a chacina em nosso trânsito continua.
Da mesma forma ultrapassagens em locais proibidos, estacionar em locais proibidos, conversões em locais proibidos…..PROIBIDOS = Imprudência, irresponsabilidade, falta de Bom Senso e Inteligência a uma grande parcela de motoristas, são os verdadeiros responsáveis pelas dezenas de milhares de mortes em nosso trânsito.

RESPEITAR o Código de Trânsito, é RESPEITAR a VIDA, não são regras arbitrárias e inventadas apenas, são anos de experiências e estudos técnicos para conferir segurança no trânsito para todos.